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Construindo uma prática pessoal de Yoga

09.07.2018

Oi gente!! Desde que comecei a praticar yoga sempre fui muito apegada ao papel do professor(a), que acho imprescindível, sobretudo porque os ajustes são corrigidos e aprendemos a ter consciência do próprio corpo. Além disso, acho muito bom compartilhar práticas de yoga, dividir experiências e se conectar com as pessoas. Mas no meu caso, por insegurança, eu desde o começo dependi muito do professor(a), por medo mesmo de me machucar ou por cobrança em sempre fazer certo. Quando não conseguia ir à aula simplesmente não praticava. Além disso, passei a me "acomodar", sempre esperando que o professor(a) instruísse, sem estar presente de verdade na prática ou estando apenas "suportando" dores físicas e consequentemente presa ao momento só por isso. Atualmente, estou assistindo aulas online no canal da Pri Leite que eu amo e comecei uma busca por desenvolver minha prática pessoal. Comecei a perceber o que eu gosto de praticar como posturas de devoção porque me lembram muito do quanto eu sou grata por viver, pela vida, eu realmente sou uma devota da vida, dessa grande oportunidade que temos de experimentar tantas coisas, expandir a consciência, crescer e aprender. Também gosto de posturas que me lembrem fisicamente do meu terceiro olho uma vez que me conectam a minha essência, com a forma como eu amo ser, como eu amo enxergar o mundo a partir do terceiro olho sempre com amor, paciência, compreensão, respeito, paz! Essa busca por desenvolver uma prática pessoal me levou a perceber isso, a me conhecer melhor tanto as posturas que eu gosto como as que são ainda difíceis para mim. Eu tenho um perfil de gostar de práticas mais intensas, que realmente me levem ao limite do meu corpo, sempre sem me machucar. Gosto de sair da zona de conforto para observar como eu lido com esse tipo de situação. Então mesmo praticando sozinha eu faço muitas posturas que são difíceis para mim, não fujo não! Desafios sempre me motivaram, é tão bom enfrentá-los e perceber que aos poucos vamos superando. Isso para tudo!! Então nessa prática que estou começando a fazer sozinha eu misturo o que gosto com o que preciso melhorar a fim de conseguir ser mais flexível, mais forte, conquistar novos espaços no corpo e conseguir "segurar" a postura. Tudo isso também acontece com a minha mente e é uma grande fonte de autoconhecimento. Antes não me sentia segura para dar esse passo dentro da minha jornada, nunca achei que sabia o suficiente. E isso é um aspecto da minha personalidade que aos poucos estou superando. Essa cobrança por "perfeição". Essas práticas têm sido tão importantes para mim, para cultivar respeito e paciência comigo mesma e aceitar minhas limitações e erros! Às vezes erro a hora de inspirar e expirar, me desequilibro, caio de alguma invertida... mas tudo bem!! Esse processo de aceitação eu venho conquistando e me traz uma paz, olhar de forma desapegada e agir de maneira desinteressada! Apenas me entregar à prática, me conectar comigo mesma. Percebi que nessas práticas sozinha eu me concentro mais, permaneço mais tempo no momento presente ao invés de deixar meus pensamentos irem longe. Enfim, estou bem feliz por agora ter autoconfiança para praticar sozinha e por estar me respeitando mais, me amando, sendo paciente comigo mesma ainda que eu tenha várias limitações físicas e também mentais, comportamentais etc. Eu me sinto mais livre para movimentar meu corpo, deixando que ele fale, que a gente se converse, que os movimentos fluam e aconteçam de forma espontânea. Sou e sempre serei uma eterna aprendiz, sempre, sempre disposta a expandir e encontrar ensinamentos até nas situações difíceis. É assim que eu gosto de viver. É uma paz! Confiar, me entregar, sem me preocupar com mais nada. Que essa jornada seja repleta de luz, namastê! 

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