© 2023 por Tipo Diva Blog | Orgulhosamente criado com Wix.com

  • Black Instagram Icon

Livro: Mulheres que correm com os lobos (parte I)

15.04.2019

   Oi gente!! Esse é o segundo livro que eu li em 2019 e para mim foi um desafio terminá-lo. É a segunda vez que pego para ler e além de a leitura não ser simples uma vez que a autora é uma psicanalista junguiana e portanto utiliza um vocabulário mais técnico, o livro é muito grande. Aliás, não lembro a última vez que li um livro tão grande assim. Eu sou um tipo de leitora que gosto de ler sem parar, porque acabo esquecendo e perdendo o interesse. Ainda que seja um livro que permita uma leitura demorada e talvez seja até interessante ler com calma para digerir e absorver mais conteúdo, eu, particularmente, gosto de estipular metas pessoais para que eu consiga cumprir, principalmente por ser a segunda tentativa. Você também pode optar por ler um conto por mês, por exemplo, para ter tempo de refletir sobre a leitura e até debater com alguém que esteja lendo, ou buscar conteúdos na internet mesmo para uma melhor compreensão. Minha madrinha é psicanalista junguiana e trabalha com grupos de mulher acerca desse livro, é um livro que de alguma forma sempre esteve na minha vida através dela, mas só agora eu resolvi ler. Acho que alguns livros tem um momento certo para serem lidos no sentido de que possam ser melhor compreendidos. Além disso, acho um livro essencial para reler, porque dependendo do momento da nossa vida algumas questões fazem mais sentido que as outras. É também um livro que nos dá forças, nos incentiva a enfrentar nossas sombras, a cavar para encontrar o que um dia enterramos e a partir disso renascermos, deixando morrer o que deve morrer. É um livro muito forte e poderoso sobre vários aspectos da psique feminina elucidados através dos contos. A leitura do livro além de promover autoconhecimento também nos faz refletir sobre as mulheres do nosso convívio, o que cada uma nos ensina e o quanto cada uma contribui para nossa jornada e também fala muito sobre sororidade, sobre como um elo entre nós mulheres é enriquecedor e transformador. Eu, sinceramente, não sou a melhor pessoa para escrever sobre feminismo ou termos mais específicos sobre o assunto, mas, por ser uma romântica incurável, o meu olhar sobre todas essas questões sempre teve como ponto de partida a nossa capacidade de amar. No meu entendimento nada disso faz sentido sem que antes a gente possa ser capaz de amar, aquele amor que transcende questões materiais, egóicas e objetivas. Um amor genuíno que nos permite atravessar todo uma construção histórica de rivalidades, julgamentos, críticas, inveja. Já escrevi um texto que falo um pouco sobre isso aqui, acho a luta prática e diária extremamente importante, porém o discurso vazio não é efetivo quando se trata de desconstruir tantos padrões que nos separam como mulheres e destroem nossos elos de irmandade, cooperação e apoio mútuo. Eu falo isso por experiência própria, já passei por algumas situações na minha vida com as quais eu tive que escolher entre o caminho comum da rivalidade e um outro, mais difícil e trabalhoso, mas possível, que é o caminho da compreensão, do entendimento, do não julgamento. Mas é um processo e se a gente descuidar um pouco já caímos novamente em todos os padrões que nos foram ensinados, pois sustentar algumas posições e optar pelo caminho não convencional requer encarar sombras, medos, fraquezas e tantas coisas nossas que a gente por conveniência deixa enterrado. Às vezes pode ser bem doloroso, o processo é longo, mas eu confio e acredito de verdade que o amor é a única solução para curar tantas feridas e desconstruir conceitos tão enraizados. Para utilizar a palavra sororidade aqui eu antes vi um vídeo explicativo (vou deixar no final), porque apesar de ver essa palavra pela internet afora, eu realmente não me atendo muita a classificações ou discursos vazios que, na maioria das vezes, buscam apenas levantar o tema de forma superficial, como se fosse fácil assim, do dia para a noite. E para mim, é muito mais profundo do que isso, é uma luta constante contra os nossos próprios predadores e sobretudo contra os padrões que foram perpetuados por anos e anos. O amor é sempre o caminho. Mas quem disse que é fácil ser capaz de amar? Acho que é para isso que estamos aqui. Para aprender a amar, da forma mais pura possível. Só a partir disso vamos conseguir alcançar a sororidade e tantas outras coisas!

   Antes de começar a falar sobre o livro é sempre bom lembrar que eu só sou uma apaixonada por literatura, pelas palavras e histórias, os trechos que eu selecionei para compartilhar são os que mais chamaram a minha atenção nesse específico momento da minha vida, mas pode não fazer sentido para você! Também estou longe de ser uma psicanalista e além disso tem muito material bom na internet sobre o livro, vou deixar alguns no final do post. Enfim, a autora levanta aspectos da psique feminina através da análise de contos que ela descreve ao longo do livro. Acho bonita essa relação da autora com histórias e a importância e força que as histórias transmitem. Tem outra tia minha que contadora de histórias, já tive a oportunidade de ouvi-la recitando contos da Clarice Lispector (além de Fernando Pessoas, Guimarães Rosa e tantas outras obras primas da literatura) em saraus de família, que coisa linda! Eu nem sei descrever o quanto me toca e me preenche ao mesmo tempo. A arte é essencial para mim, escrever sempre foi um lugar de refúgio, tocar violão sozinha sem ninguém em casa sempre me encheu de felicidade genuína. E aprendi em casa a importância das histórias, o quanto é possível se descobrir através delas e vivenciar tantas realidades sem sair do lugar. A autora revisita histórias antigas e a partir delas elucida várias questões da psique feminina. Para muitas pessoas pode não fazer sentido ou parecer um monte de história que não tem relação nenhuma com nossa psique ou ancestralidade. Eu acho que as histórias preservam nosso passado e, portanto, nossas raízes, nossa essência, nossa ancestralidade e dessa forma são uma grande fonte de autoconhecimento e sabedoria tanto coletiva quanto individual. Para ler esse livro é importante deixar a racionalidade de lado e realmente ser sensível o suficiente para captar as mensagens. Pessoas mais objetivas e racionais talvez tenham mais dificuldade uma vez que os contos são fantásticos no sentido de fugirem da realidade prática e rotineira, mas e o realismo fantástico de Gabriel García Márquez? Quem disse que nosso cotidiano não é fantástico e, mais ainda, quem disse que nossa psique não pode ser analisada a partir desses contos antigos e que transmitem de geração para geração um pouco do arquétipo da mulher selvagem? Cabe a você leitor se tornar disponível para absorver o que tiver que ser absorvido a partir da leitura. Acho um livro essencial, daqueles que a gente relê ao longo da vida e busca refúgio e força quando necessário. Aqui vão alguns trechos que nesse momento da minha vida me marcaram:

 

"O arquétipo da mulher selvagem, bem como tudo o que está por trás dele, é o benfeitor de todas as pintoras, escritoras, escultoras, dançarinas, pensadoras, rezadeiras, de todas as que procuram e as que não encontram, pois elas todas se dedicam a inventar, e essa é a principal ocupação da Mulher Selvagem. Como toda arte, ela é visceral, não cerebral. Ela sabe rastrear e correr, convocar e repelir. Sabe sentir e amar profundamente. É intuitiva, típica e normativa. É totalmente essencial à saúde mental e espiritual da mulher". Exercer a criatividade é fundamental para nossa saúde mental, além de ser uma fonte de prazer. Eu amo escrever, amo música, e a arte me sensibiliza de uma forma que eu não sei explicar. Por isso acho que me identifiquei com esse trecho, acho lindo quando as pessoas exercem a criatividade, escrevem, pintam, cantam, dançam. É autêntico, genuíno e vital. E traz equilíbrio em meio ao caos, acalma e aquece. Deixe que energia criativa possa se expressar! Nos meus momentos de criação, quando escrevo, eu simplesmente deixo fluir, sem medo de perder o controle, sou só um instrumento para que essa força criativa possa emergir e é tão bom. Esse blog surgiu de uma vontade de expor principalmente meus poemas que por anos eu julguei cafonas e excessivamente românticos. Só depois que consegui publicar meu primeiro poema que realmente percebi que talvez não seja tão ruim assim, precisei da aprovação externa para reconhecer minhas qualidades. A autora do livro fala muito disso, sobre como nos criticamos e deixamos de expressar nossa criatividade por não acreditarmos que nossa arte é boa o suficiente. Ou, como eu, escondemos nossa arte com vergonha para que ninguém nunca veja. Meu caderno de poemas sempre foi escondido e caso alguém o encontrasse, leria "não abra, por favor", "não mexa", "não olhe". Parece até que é pecado, proibido, vergonhoso, constrangedor. Por isso esse espaço é tão importante para mim, foi um ato de coragem para mim e muito libertador. Façam o mesmo, se permitam, não se escondam e reconheçam seu potencial. Exercer a criatividade é essencial, não precisa ser a melhor pintora, cantora, escritora! Só façam, criem! Sejam livres!

 

"Essa é a nossa técnica de meditação enquanto mulheres, a evocação de aspectos mortos e desagregados de nós mesmas, a evocação de aspectos mortos e desagregados da própria vida. Aquele que recria a partir do que está morto é sempre um arquétipo de duas faces. A Mãe Criadora é sempre também a Mãe Morte, e vice-versa. Em virtude dessa natureza dual, ou dessa duplicidade de função, a grande tarefa diante de nós consiste em aprender a compreender à nossa volta e dentro de nós exatamente o que deve viver e o que deve morrer. Nossa tarefa reside em captar a situação temporal de cada um: permitir a morte àquilo que deve morrer, e a vida ao que deve viver". Esse trecho é tão forte! Às vezes é tão difícil deixar morrer algumas aspectos nossos por tantos motivos. Por medo de sair da zona de conforto, de enfrentar nossas sombras e de se expor ao desconhecido, ao novo. Desconstruir padrões e condicionamentos. E toda morte envolve luto, silêncio, dor, saudade. Mas no fundo a gente sabe que passa e que temos força para enfrentar isso. De qualquer forma, entender esse processo, reconhecer que pode ser lento e não se cobrar uma recuperação rápida é importante. Dar tempo para que essa nova vida após alguma morte se estabeleça. A autora fala muito sobre ciclos, nos relacionamentos, na vida e em vários outros aspectos. Essa consciência de que muitas mortes ocorrem em uma vida só é tão transformadora. E a partir disso saber recriar, restaurar e renascer. 

 

"Os ossos de lobo nessa história representam o aspecto indestrutível do Self selvagem, a natureza instintiva, a criatura dedicada à liberdade e ao que permanece incólume, que jamais aceitará os rigores e as exigências de uma civilização morta ou excessivamente civilizadora"

 

"Uma das questões menos discutidas a respeito do processo de individuação é a de que, à medida que se lança luz sobre as trevas da psique com a maior intensidade possível, a sombra, onde a luz não alcança, fica ainda mais escuras. Portanto, quando iluminamos alguma parte da psique, disso resulta uma escuridão mais profunda com a qual temos de lutar. Não se pode deixar de lado essa escuridão. A chave, ou as perguntas, não pode ser ocultada nem esquecida. As perguntas precisam ser feitas. Elas precisam obter resposta". Um dos ensinamentos decorrentes dessa minha curiosidade pela espiritualidade, por meditação e por yoga é o fato de termos que lidar com a nossa sombra. E para uma pessoa perfeccionista como eu isso é um grande aprendizado. A partir do momento que enxergamos aspectos negativos da nossa personalidade, das nossas atitudes e das nossas intenções podemos encontrar algum jeito de curar isso. Encarar nossas sombras pode ser difícil e até nos envergonhar, mas todo mundo já fez algo motivado por desejos egóicos, por vaidade, inveja e várias outras coisas, mesmo que ninguém assuma isso. Inclusive, e principalmente, porque temos um histórico familiar e isso nos influencia muito. Quando a gente enxerga nossa sombra, entende sua causa e o que a alimenta, se perdoa, cura e transcende, nesse momento somos capazes de entender o outro e perdoá-lo também. É muito comum, por orgulho, assumirmos que não temos defeitos e que não erramos. Isso é só um jeito de alimentar o ego e fugir de lidar com nosso lado negativo que também é uma parte vital de nós. Mas tudo é um processo e por ir de frente com aspectos que conscientemente não desejamos enxergar é importante ir com calma e não cair na autocrítica, no autojulgamento, esquecendo das nossas infinitas qualidades. Existe muita luz dentro de cada um capaz de iluminar e curar nossas sombras. E, claro, só para não perder o costume, tudo só é possível com amor, por amor. Se a gente tiver amor próprio, com certeza enxergar nossas sombras é mais fácil, se perdoar é mais fácil e se curar é possível.

 

"Muitas vezes a vida criativa é retardada ou interrompida porque alguma parte da psique tem de nós uma opinião muito desfavorável, e nós estamos ali rastejando aos seus pés em vez de lhe dar um golpe na cabeça e sair correndo livres. Em muitos casos, o que é necessário para corrigir a situação é que levemos mais a sério do que nunca nossas ideias, nossa arte e a nós mesmas". Quantas de nós abrimos mãos de sonhos, de desejos e vontades por n motivos? Você está cumprindo os compromissos que assume com você mesma? Consegue tirar suas metas e planos do papel ou da cabeça para viver de fato que deseja? Nós mulheres temos um impulso para sempre ajudar todo mundo, abrir mão de várias coisas, nos apagarmos e nos esquecermos para um outro que às vezes nem necessita da nossa ajuda. Acho que talvez tenha relação com nosso lado materno, nosso zelo e cuidado. Porém é preciso perceber quando isso passa dos limites e extingue nossas oportunidades de realizações pessoais. Às vezes, mesmo querendo ajudar, com a melhor das intenções, a gente acaba atrapalhando e retardando a evolução do outro. Tem coisas que não cabe à nós resolver e intervir. É do outro, é sobre o outro. E, mais uma vez, não é egoísmo! É se enxergar e se permitir também realizar sonhos e desejos. Além disso, eu acredito ser muito prejudicial para ambos os envolvidos não permitir que o outro ande com as próprias pernas e assuma a responsabilidade das próprias escolhas. Enquanto eu escrevia lembrei da minha amada Clarice Lispector, amo isso que ela escreveu e tem a ver com o tema: "Perdi alguma coisa que me era essencial, e que já não me é mais. Não me é necessária, assim como se eu tivesse perdido uma terceira perna que até então me impossibilitava de andar mas que fazia de mim um tripé estável. Essa terceira perna eu perdi. E voltei a ser uma pessoa que nunca fui. Voltei a ter o que nunca tive: apenas as duas pernas. Sei que somente com as duas pernas é que posso caminhar. Mas a ausência inútil da terceira me faz falta e me assusta, era ela que fazia de mim uma coisa encontrável por mim mesma, e sem sequer precisar me procurar".

 

"E assim, é com o objetivo de atingir um desenvolvimento maior que trocamos a protetora mãe interior, que era tão adequada a nós quando éramos menores, por outro tipo de mãe, a que vive ainda mais embrenhada nos ermos psíquicos, a que é tanto acompanhante quanto mestra. Ela é uma mãe amorosa, porém enérgica e exigente". Esse trecho me marcou por me lembrar tanto da minha mãe, enérgica e exigente. Durante a leitura parei para pensar, honrar e agradecer as mulheres com as quais eu convivo. Se a gente enxergar através das fronteiras que nos separam, somos capazes de ver o que cada uma nos ensinou e ensina. Além de perceber que todo mundo tem suas limitações e nos oferece o que tem para oferecer, isso não reduz a admiração e respeito pelas outras pessoas. Minha mãe é a típica mãe loba. Ela me ensinou a ser forte, a andar com as minhas próprias pernas, a fazer acontecer, a correr atrás dos meus sonhos, a não depender de ninguém no sentido de não entregar minha vida e minhas decisões na mão de outras pessoas, a não ser "maria vai com as outras", ou seja, a fazer algo se eu quiser fazer algo e tentar não ser tão influenciada (com isso eu pude fazer as coisas no meu tempo, sem pressa, sem me cobrar para acompanhar minhas amigas, por exemplo), a ser segura de mim, a ser justa e honesta. Ela me ensinou a ter autoestima quando na época que eu usei tampão nos olhos (porque tenho um grau alto de miopia e eu tinha uma grande diferença de grau entre os dois olhos na infância) me disse para não permitir que ninguém risse de mim. Ela me ensinou que às vezes não temos suporte nem de quem deveria nos amar, mas somos fortes para seguir. Para recolher os ossos e renascer. Eu me considero uma espécie de mistura de todas as mulheres que eu convivo, sou grata por poder absorver todo o conhecimento delas e feliz por ser capaz de reconhecer suas qualidades infinitas.

 

"Neste estágio de iniciação, a mulher vê-se acossada por exigências banais da sua psique que a exortam a atender qualquer de qualquer um. A obediência provoca a descoberta chocante que deve ser registrada por todas nós. Ou seja, a de que ser nós mesmas faz com que nos isolemos de muitos outros e, entretanto, ceder aos desejos dos outros faz com que nos isolemos de nós mesmas".

 

"Os ciclos das mulheres de acordo com as tarefas de Vasalisa são os seguintes: limpar nossos pensamentos, renovando nossos valores com regularidade; eliminar da nossa psique as insignificâncias, varrê-las, purificar nossos estados de pensamento e sentimento com regularidade. Acender a fogueira criativa e cozinhar ideias num ritmo sistemático e especialmente cozinhar muito para alimentar o relacionamento entre nós mesmos e a natureza selvagem".

 

"Ter um companheiro/amigo que a considere como uma criatura viva em crescimento, tanto quanto um árvore cresce a partir do chão, uma planta ornamental dentro de casa ou um roseiral no quintal... ter um companheiro e amigos que a considerem um verdadeiro ser que vive e respira, que é humano, mas também composto de elementos delicados, úmidos e mágicos... um companheiro e amigos que apoiem a criatura que existe em você... são essas as pessoas por quem você está procurando. Elas serão amigas da sua alma pela vida afora. A escolha criteriosa de amigos e companheiros, para não falar nos mestres, é de importância crítica para continuar consciente, para continuar intuitiva, para manter o controle sobre a luz incandescente que vê e sabe".

 

"A forma de manter nosso vínculo com o lado selvagem consiste em nos perguntarmos exatamente o que desejamos. Essa pergunta é a que separa a semente do estrume. Uma das discriminações mais importantes que podemos fazer nesse sentido é a da diferença entre o que acena para nós de fora e o que chama dentro da nossa alma".

 

"Um dos aspectos mais notáveis do uso da intuição e da natureza instintiva é que ela causa o surgimento de uma espontaneidade segura".

 

O texto ficou mais longo do que eu imaginava, portanto, resolvi dividir em duas partes. Além disso, o livro é grande (mais de 500 páginas) e levanta muitas questões, precisamos de tempo para digerir, refletir e absorver o que tiver de ser absorvido. Volto logo, com mais anotações e reflexões sobre esse livro tão rico e poderoso. Espero que gostem e persistam nessa leitura essencial. Gostaria que interagissem mais também!! Queria saber o que acham, me escrevam! Não queria que fosse uma comunicação unilateral, amaria ler o que pensam, sugestões e críticas. Espero que aqui seja sempre um espaço de troca. Beijo, Gabi!

 

Conteúdos relacionados com o livro que utilizei (só clicar e acessar):

 

Talvez seja isso - canal no YouTube (tem um grupo no facebook com o mesmo nome) 

 

Sororidade

 

Sagrado Feminino

 

Leitura compartilhada do livro

Please reload

Posts Relacionados

Please reload